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No último dia 13 de Junho,domingo, uma estalactite de aproximadamente 1,80m de comprimento e um grande diâmetro de base se desprendeu do teto e caiu no chão, em pleno horário de visitação turística, no trecho final do caminhamento turístico da Gruta do Lago Azul, perto do lago. Havia, naquela hora, 32 pessoas na gruta, sendo 30 turistas e dois guias. Felizmente nenhum turista se encontrava na trajetória direta da queda, mas fragmentos acabaram por atingir quatro turistas e o guia que os acompanhava, provocandoferimentos leves. Os feridos foram atendidos e encaminhados ao hospital local. Conforme nos informou o Secretário de Turismo, Indústria e Comércio de Bonito, Valdemar Garcia Martins, um fato semelhante já havia ocorrido na mesma grutahá três anos, quando a queda de uma estalactite foi constatada pelos guias locais. Naquela ocasião, a queda ocorreu fora do horário de visitação da Gruta. A Secretaria de Turismo encaminhou um relatório do ocorrido ao Ibama/IPHAN, para que sejam apuradas as causas do acidente. Ainda não se sabe ao certo o que ocasionou a queda da estalactite, mas as recentes chuvas fora de época, seguidas de um frio intenso (geou na madrugada do domingo) podem ter tido, segundo o Secretário, algum tipo de influência na queda. No dia 15/06 (terça-feira) o IPHAN solicitou a interdição da gruta por tempo indeterminado. Acidentes com quedas de estalactites são bastante raros, e não se tem no Brasil notícia de nenhum acidente fatal desse gênero. Prospecção em São Sebastião do Paraíso, MG Por Leda Zogbi Nos dias 15 e 16 de maio últimos, oito espeleólogos (quatro do GPME de São Paulo e quatro do Bambui de Minas Gerais), foram prospectar a região de São Sebastião do Paraíso, sul do Estado de Minas Gerais. As duas equipes mistas relocalizaram e topografaram quatro cavidades, todas em arenito: Gruta da Figueira, Gruta do Bosque, Gruta do Morro da Mesa e Gruta da Nova Olinda (conhecida localmente como Gruta Cachoeira da Boca). Essas últimas duas grutas merecem destaque.
A gruta do Morro da Mesa, é uma cavidade localizada na parte superior do paredão do Morro da Mesa. O acesso é feito por uma desescalada pelas rochas do paredão. Da boca da gruta tem-se uma visão de 180 graus, absolutamente fantástica. A gruta de pequenas dimensões (aprox. 30 m de extensão), é formada por uma pequena sala e uma galeria superior, acessível por um pequeno orifício no teto. A Gruta da Nova Olinda, já descrita em 1939 pelo IBGE no livro "As Grutas em Minas Gerais" também é bastante peculiar pois se desenvolve em baixo de uma grande cachoeira. A gruta é quase toda iluminada, pois acompanha por baixo o paredão por onde cai a cachoeira. Um pequeno salão interno abriga uma grande quantidade de morcegos. A vista da mata por trás da parede de água é realmente única. Ainda restaram algumas referências não localizadas, o que motivará um retorno à região. Atividades espeleológicas no feriado de Corpus Christi Por Leda Zogbi e Ericson Igual (GPME), e Ricardo Martinelli (UPE)
A segunda equipe, composta por 7 integrantes do GPME e três espeleólogos de São Carlos, estiveram na Serra da Canastra, sul do Estado de Minas Gerais. Em umtrabalho de prospecção foram localizadas quatro cavidades, das quais uma delas - a maior - já era citada na publicação "As Grutas de Minas Gerais" do IBGE 1939. Essa gruta, chamada "Loca da Cultura" foi totalmente mapeada pela equipe, e seu desenvolvimento deve atingir algo em torno de 750m. A gruta, em calcário, tem uma ampla galeria principal, com duas entradas monumentais em suas extremidades e diversas outras pequenas entradas nas laterais. Abaixo da galeria fóssil, o conduto ativo do rio possui um padrão morfológico completamente diferente do restante da cavidade, ampliando em muito o desenvolvimento descrito no livro do IBGE, que era de apenas "algumas dezenas de metros...". Crianças perdidas em caverna por 30 horas são resgatadas Duas crianças de 11 anos de idade se perderam durante excursão a uma caverna em lava (Catacombs Cave) no Monumento Natural de Lava Beds na California, Estados Unidos. Três crianças efetuavam a visita acompanhadas de um adulto. Uma das crianças teria ficado amedrontada com a caverna e pedido para sair, sendo acompanhada até a entrada pelo adulto. Quando este retornou à gruta, não mais encontrou as duas outras crianças. O resgate foi acionado, tendo localizado as crianças após 30 horas de buscas. As crianças, que se encontram bem, seguiram o procedimento recomendado, não se deslocando e economizando as pilhas das lanternas. Revista francesa publica ampla reportagem sobre a espeleologia brasileira A revista Spelunca, publicada pela Federação Francesa de Espeleologia, a mais antiga e tradicional revista espeleológica do mundo, publicou em seus dois últimos números a maior reportagem jamais publicada no exterior sobre as cavernas brasileiras. Os números 92 (4º Trimestre de 2003) e 93 (1º Trimestre de 2004) trazem 29 páginas de reportagem intitulada "Aventuras Franco-Brasileiras". Inúmeras fotografias (incluindo a capa do n.92, uma bela foto doBoqueirão na Serra do Ramalho) e mapas acompanham o texto.A reportagem trata das expedições em conjunto entre o grupo francês GSBM (Groupe Spéleo Bagnols Marcoule), o Grupo Bambuí de Pesquisas Espeleológicas e outros grupos brasileiros. As expedições se estenderam entre 1994 e 2001, em um total de cinco expedições. As três primeiras expedições (em cooperação com o GREGEO, Grupo Espeleológico da Geologia - UnB), realizadas em 1994, 1995 e 1997, tiveram como alvo as cavernas de São Domingos, Goiás, resultando em notáveis descobertas e no remapeamento de dezenas de quilômetros de galerias. Sobre estas expedições foi publicado um livro com mais de 200 páginas. As duas ultimas expedições, em 1999 e 2001, trabalharam na Serra do Ramalho, Bahia, sendo que uma breve incursão foi realizada durante a última expedição à Serra do Caraça (Pico do Inficionado). Os artigos apresentados (todos em francês) são: Contexto (J.F.Perret); Espeleologia no Brasil. Aspectos históricos e atividades atuais (A.Auler e E.L.Rubbioli); O potencial espeleológico do Brasil (A.Auler e E.L.Rubbioli); Síntese das cavernas exploradas pela equipe no carste de São Domingos (J.F.Perret); Brasil e espeleologia (J.Sanna); Nova área e novos objetivos: Bahia 1999 e 2001 (M.Faverjon); Síntese das cavernas exploradas por nossa equipe em 1999 e 2001 no maciço do Caraça, estado de Minas Gerais (O.Sausse). Sobre estas expedições existe amplo material em português/ francês publicado na revista O Carste. Encerrada expedição americana ao sistema Cheve A expedição multinacional coordenada pelo americano Bill Stone (ver matéria no Conexão 5) encerrou suas atividades na zona montanhosa da Sierra de Juarez, México. O objetivo principal era buscar novas entradas para o Sistema Cheve. Esta caverna, atualmente com -1.484 m de desnível e potencial para superar 2.000 m, possui quilômetros de distância entre o ponto extremo alcançado na caverna (onde o rio desaparece entre blocos) e a ressurgência. Os esforços foram concentrados na região por sobre esta porção ainda desconhecida do sistema. Várias cavernas foram examinadas. Como é tradição, a descoberta mais importante veio ao final da expedição, quando não havia mais tempo para prosseguir. A caverna J2 revelou-se promissora, mas a equipe teve sua exploração interrompida em uma cachoeira a -450 m de profundidade. O forte vento, amplas galerias e rio volumoso sugerem que J2 pode ser a caverna que leve os exploradores a alcançar as porções mais longínquas do Sistema Cheve. No total a expedição mapeou 5,8 quilômetros de galerias e a soma dos desníveis do sistema atingiu 1969 metros.
Software para Palm facilita mapeamento em caverna Por Toni Cavalheiro A pouco prática caderneta de campo usada nas topografias pode estar com os dias contados. Usando um computador de mão compatível com a linha Palm e o software de topografia Auriga, os espeleólogos já podem tomar notas das dimensões das cavernas sem usar caneta e papel. A principal vantagem é que o programa vai traçando a linha de trena automaticamente, permitindo assim que o croquista faça um trabalho mais fiel sem precisar usar régua e transferidor. Outro recurso interessante é a possibilidade de trabalhar em conjunto com outros Palms na mesma caverna. Depois que cada equipe terminar a topografia, elas podem trocar os dados via infravermelho e verificar na hora erros mais graves de fechamento. O Auriga é gratuito e pode ser baixado no site http://www.speleo.qc.ca/auriga. E se você está pensando que estes Palms são frágeis demais para ambientes cavernícolas, vale a pena dar uma olhada nas caixas especiais da OtterBox (veja o site www.otterbox.com). O modelo Armor 2600, um dos mais simples, custa na faixa de US$50 e deixa o Palm praticamente indestrutível. Uma segunda opção é o Armor 3600, que custa cerca de US$100. Catástrofe pode ter causado morte de homens primitivos em caverna Equipe de especialistas espanhóis estão estudando restos de 28 indivíduos pertencentes à espécie Homo heidelbergensis, precursora dos Neanderthais e possivelmente dos seres humanos atuais (Homo sapiens). Os ossos foram encontrados ao fundo de um abismo de 14 m de profundidade denominado Sima de los Huesos, em Atapuerca, Espanha. Os indivíduos, com idade aproximada de 350 mil anos, apresentam indícios de terem sido mortos simultaneamente. Em estudo a ser publicado no Journal of Anthropological Research, cientistas analisam as causas da morte. Hipóteses como massacre ou doença foram aventadas. Aranha-marrom ( Loxosceles sp) Quais os verdadeiros riscos? Por Alexandre Lopes Camargo (Iscoti) AAranha-marrom é sem dúvida um dos casos mais importantes de araneísmo (acidentes com picadas de aranha) no Brasil. O risco existe e não deve ser negligenciado, mas essa espécie não é agressiva, e os acidentes são raros no meio espeleológico. Todo o espeleólogo, com certeza, já esteve muito próximo de uma Aranha-marrom em suas expedições e nem se deu conta disto. A identificação de uma Aranhamarrom não é fácil: ela possui seis olhos, enquanto a maioria das outras aranhas possuem oito (quantos espeleólogos andam com uma lupa no bolso?). Seu corpo (cefalotórax e abdômen) em formato de pêra pode atingir cerca de 12mm de comprimento e sua cor é marrom acastanhado. Dentro de cavernas, as Aranhasmarrom caracterizam-se por serem preferencialmente sedentárias, e podem ser facilmente confundidas com indivíduos jovens de uma outra espécie, a Ctenus fasciatus, totalmente inofensiva. A diferença mais significativa entre as duas espécies é a presença de linhas mais claras seqüenciais em forma de "V" no abdômen das Ctenus fasciatus. Nos adultos estas linhas são claramente perceptíveis, mas nos jovens são tênues.
As Aranhas-marrom podem ser encontradas em todo o tipo de substrato existentes nas cavernas, existindo uma preferência por locais não abertos e onde haja algum tipo de deposição de material orgânico que venha a atrair outros invertebrados que lhes sirvam de alimento. O padrão de teia da Aranha-marrom no interior das cavernas é caracterizado por fios esparsos, difícil de visualizar e não possui a aparência de algodão esfiapado que é comumente definido como modelo. É importante salientar que este animal possui uma característica preponderantemente evasiva, picando somente quando é pressionada contra o corpo. Até o momento não tive conhecimento de acidente envolvendo a população local, visitantes ou pesquisadores no PETAR com picadas de Aranha-marrom. O único caso de acidente em caverna com o animal de que se tem notícia foi o de uma espeleóloga do Grupo Bambui, picada por uma Aranha-marrom na região da Toca da Boa Vista, BA. Também vale frisar que as informações divulgadas sobre a Aranhamarrom no folder distribuído recentemente na região do PETAR (veja matéria no Conexão Subterrânea Nº 3) podem não ser interpretadas da maneira desejada e causar transtornos à economia local, cuja atividade principal é baseada no turismo.Para mais informações, escreva para: biocave@ig.com.br Carste 2004 : não perca essa oportunidade
Falta um mês para o início do Carste 2004, I Encontro Brasileiro de Estudos do Carste, que ocorrerá em Belo Horizonte, de 27 a 31 de julho próximos. Já confirmaram presença grandes nomes das ciências ligadas à espeleologia (bioespeleo, geologia, arqueologia e outros), representantes dos órgãos e conselhos ligados à espeleologia, diversas entidades ambientalistas de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Brasília, além de representantes de universidades do Brasil e exterior e representantes de empresas de mineração. Até a presente data a comissão organizadora já recebeu quase 90 trabalhos que se encontram atualmente em processo de análise pela comissão científica e por volta de 110 fichas de inscrição de participantes (Atenção: o número de participantes no evento está limitado em 150. As vagas já estão se esgotando!). O Carste 2004 é uma realização da Redespeleo Brasil e ABAS - Associação Brasileira de Águas Subterrâneas, com o apoio de UFMG, Fundação Victor Dequech, Sociedade Brasileira de Geologia, SindiExtra, Câmara Mineral do Estado de Minas Gerais, SOEICOM, Sistema FIEMG, APROMIN - Associação Brasileira de Profissionais da Mineração, CEMIG, CNPq, FAPEMIG, Rotocrom, Holcim do Brasil, Lafarge do Brasil, Votorantim Metais, Cauê, MBR e Grupo Bambuí de Pesquisas Espeleológicas. Participe você também desse importante evento, o primeiro do gênero no Brasil.
Nova edição da revista O Carste Uma nova edição (vol. 16, nº 2) da revista O Carste, correspondente ao mês de abril/2004, já está circulando. Esta publicação do Grupo Bambuí de Pesquisas Espeleológicas, a mais regular da espeleologia brasileira, está em seu 16º ano de edição ininterrupta. Neste número bastante eclético, o leitor poderá ler sobre a bioespeleologia de cavernas areníticas, relatos de explorações na Serra do Ramalho (BA), no PETAR (SP) e até na Espanha e também sobre a preservação de mapas A revista O Carste pode ser assinada através de email para carste@net.em.com.br (assinatura anual - 4 números - R$25,00). Curso de monitoria ambiental no Parque Estadual de Campinhos Por Luis F. S. da Rocha
A conservação do Parque Estadual de Campinhos (PEC) e de seu patrimônio espeleológico está estritamente ligada ao ordenamento e regulamentação das atividades desenvolvidas na unidade e seu entorno. Dentre as ações previstas no atual plano de manejo elaborado pelo GEEP-Açungui - Grupo de Estudos Espeleológicos do Paraná, em 2002, previu-se a implantação da monitoria ambiental, visando compatibilizar a conservação da UC com a participação das comunidades do entorno. O curso de Monitoria Ambiental, realizado pelo GEEP-Açungui em parceria com Instituto Ambiental doParaná (IAP), com o apoio do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), através do convênio MMA/FNMA- 060/2003, visa capacitar moradores do entorno do Parque na atividade de monitoria ambiental. O curso foiministrado em dois módulos: de 07 a 08 de junho (parte teórica) e de 19 a 20 de junho (parte prática). No módulo teórico o curso abordou os principais conceitos relacionados ao manejo de unidades de conservação, esclarecendo o que é um parque, o que é um plano demanejo, passando noções básicas de zoneamento e normas estabelecidas para a UC. Também foram abordados os principais aspectos da monitoria ambiental, associativismo e discutida a questão do programa de Interpretação e Educação Ambiental revisto para o Parque. No módulo prático do curso, foram abordados aspectos relativos a recepção e condução dos visitantes no PEC, além de reforçadas na prática as normas e procedimentos para o uso público no Parque. Todas as atividades do curso foram desenvolvidas, mesclando-se dinâmicas que procuram reforçar nos candidatos questões ligadas a conservação, liderança, organização, visão de grupo e educação ambiental. Para mais informações, contate acungui@brturbo.com.br Polêmica em recorde de profundidade A notícia foi divulgada no início do ano " o recorde mundialde profundidade voltou paraa França : -1 733 m no abismoMirolda”. Surgiram dúvidas quanto a essa profundidade e a Comissão Científica da Federação Francesa de Espeleologia foi chamada para averiguar, e Jean-Pierre Beaudoin foi encarregado de estudar o potencial do monte Criou onde se encontra o abismo Mirolda. Sua conclusões foram publicadas em 22 de maio de 2003. Com esquemas e cortes geológicos, ele explicou que o potencial teórico de desnível entre a entrada mais alta (VF3 ; altitude 2 336 m) e o fundo do submerso do vale (altitude aproximada de 710 m) é de 1 626 m, ou seja, 107m a menos do que o recorde anunciado. Apesar da existência de alguns casos de cavidades que se desenvolvem abaixo do nível do lençol freático (ex: Henne-Morte), Jean-Pierre concluiu que houve um erro na medida. O recorde de profundidade deve permanecer portanto na Geórgia, com o abismo Veronja Cave (Krubera Cave), com -1.710m. Fonte: SIMM n°12 - Boletim trimestral de informações do Comitê Departamental de Espeleologia de Meurthe-&-Moselle (54), França. Site: http://cds54.fr.st/simm/simm12.html Mais informações sobre morte de mergulhador no México Foram divulgadas novas informações sobre acidente fatal envolvendo o bioespeleólogo e mergulhador Mariano Fuentes (ver Conexão 6) na Caverna Oztoquito. O objetivo da equipe era buscar a conexão subaquática com outra cavidade próxima. Foi estimado que o sifão teria uma extensão aproximada de 150 m. No dia 8 de abril Mariano equipou-se e entrou na água, não retornando no tempo previsto. A operação de resgate não conseguiu o intento de resgatar Mariano e foi necessária a vinda de espeleomergulhadores americanos. Finalmente, no dia 14, os americanos localizaram o corpo de Mariano à distância de 90 m no sifão, com todo o seu equipamento funcional, válvulas abertas e cilindros vazios. Devido à estreitamentos no sifão não seria possível retirar o corpo sem seccioná-lo. Após consultas à autoridades e familiares, decidiuse deixar o corpo de Mariano Fuentes na caverna. Fonte: www.elcuevero.com Comissão Editorial: Diagramação: Toni Cavalheiro Artigos assinados são de responsabilidade dos autores. Artigos não assinados são de responsabilidade da comissão editorial. A reprodução de artigos aqui contidos depende de autorização dos autores e deve ser comunicada à REDESPELEO BRASIL (conexao@redespeleo.org). Conexão Subterrânea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros e-mails ou listas de discussão. Caso não queira receber futuras edições do Conexão Subterrânea, favor enviar um email para: remover@redespeleo.org |
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